quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

Porque hidrofugar o seu pavimento.

Os pavimentos em rocha ornamental adicionam estilo e elegância à sua casa, mas é essencial uma manutenção adequada para garantir a sua longevidade. Causticação, nódoas, sulcos e arranhões são evitáveis se for tomado cuidado adicional e proteger o pavimento dos seus convidados, animais domésticos e dos elementos. Eis a lista das seis coisas mais importantes de evitar para preservar pavimentos em pedra natural:
. deixar gelo, neve e lama secar no pavimento
. utilizar substâncias ácidas (pH 0 – 6) para limpar o pavimento
. deixar copos sobre os tampos de mesas e balcões sem uma base apropriada
. usar cadeiras sem proteções em feltro
. deixar animais domésticos (sobretudo jovens) permanecer sem vigilância.
. deixar sacos de lixo a repousar sobre o pavimento.

Por muito cuidado que se tenha os acidentes acontecem e são inevitáveis, e nessa altura é necessário saber o que fazer. Todos os derrames ou resíduos provenientes de qualquer origem nunca devem permanecer sobre o pavimento. Porquê?








Em primeiro lugar a maioria dos pavimentos em pedra natural, em cerâmica - terracota, por exemplo - e mosaico hidráulico, não são previamente tratados com hidrofugantes e óleo repelentes antes e depois do assentamento. Porque é que isso acontece é tema para outro artigo. Por hora partamos desse princípio.
Existem duas formas básicas de verificar se uma pedra foi ou não hidrofugada:

1- por observação:
perceber se foi aplicado algum tratamento com película, isto é, se a pedra foi revestida com um hidrofugante superficial ou impregnante com película de acabamento. Existem centenas de tratamentos hidrofugantes no mercado destinados aos fins mais variados e a materiais distintos. No entanto, torna-se frequentemente difícil perceber a olho nu se a pedra está ou não hidrofugada. Quando assim é, usa-se o segundo processo complementar;

2- teste de água:
Derramam-se algumas gotas de água sobre o pavimento e observa-se o seu comportamento. Se as gotas se mantiverem coesas sem irradiar o pavimento está, certamente, hidrofugado
(veja imagens); se irradiarem pode ainda estar presente um hidrofugante. Aguarda-se cerca de 1 a dois minutos e remove-se as gotas com um pano seco ou papel absorvente. Esperar mais um minuto ou dois. Se persistir uma mancha mais escura no local da gota é porque houve infiltração da água nos poros e capilares da pedra. O pavimento não está hidrofugado.


Pode fazer-se o mesmo teste (2) para o óleo repelente. Seleciona-se um canto ou uma área de pouca visibilidade e derrama-se um pouco de azeite. Aguarda-se e remove-se com papel absorvente. Se ficou mancha é porque não está presente o óleo repelente.



Quando se deve optar por um selante óleo repelente? E pode ser usado em combinação com um hidrofugante?
Os óleo repelentes devem ser aplicados em áreas sujeitas a derrames de resíduos impregnados com gorduras e solutos com alguma viscosidade. Por exemplo, nas cozinhas, nas áreas de churrasco, nas salas de jantar. O óleo repelente não estanca totalmente a pedra à água, mais fluida. Portanto, a combinação de um óleo repelente com um hidrofugante é sempre recomendada. Existem no mercado soluções que garantem ambos os tratamentos com um único soluto de tratamento. Consulte-nos!

Há ainda outro fator de importância vital que não deve ser negligenciado: todas as rochas são porosas, sem exceção. O grau de porosidade depende da origem da rocha – sedimentar, metamórfica ou vulcânica – e da sua estrutura molecular e do processo de formação, isto é dos minerais que a constituem e a forma como se dá a sua consolidação. As pedras sedimentares ( tipo pedra calcária ou arenito) são as mais sensíveis a infiltrações  dada a sua constituição e processo de formação (vide os artigos sobre rocha no menu Serviços e soluções – Dicas Úteis).

Este tipo de rocha no exterior está permanentemente exposta aos elementos e esporos de fungos e algas que se podem fixar nos seus poros e dar origem a fungos, limos e líquenes. A rocha exposta a estes contaminantes por períodos longos escurece e acelera o processo erosivo.





No interior, dependendo dos processos de lavagem, os quais se fundamentam na presença de água, e do arejamento dos locais, estas rochas estão sujeitas a infiltrações que irão permanecer por períodos mais ou menos longos. Como é sabido, as águas estagnadas proporcionam um excelente ambiente para a proliferação bacteriana e fungos. O resultado é o escurecimento dos poros e a decomposição acelerada da rocha resultando na ampliação dos poros existentes e geração de novos.


A presença continuada de infiltrações de águas na rocha tem, também, outra implicação muito frequente: as rochas e as massas e cimentos utilizados na construção civil têm sempre a presença de sais, geralmente de origem alcalina - compostos por sulfatos e carbonatos de sódio, potássio, cálcio, magnésio e alumínio -  que tendem a eflorescer, transportados pelas águas através dos capilares. Estes sais em contacto com o oxigénio e pela evaporação da água cristalizam. Os mais vulgares são designados por salitre e toda a gente já teve esse problema em casa. Os efeitos do salitre é a decomposição molecular da rocha, desintegrando-a em pó. É sabido como se dá a sedimentação da rocha na natureza. Em áreas geográficas onde existe a  presença de chuva e temperaturas muito baixas a água infiltrada congela e expande, criando pressões internas na rocha que eventualmente resultam na sedimentação. O processo com os sais eflorescentes é fundamentalmente o mesmo.




Em conclusão, a hidrofugação e tratamento óleo repelente é um “must” em qualquer pavimento, parede, tampo ou balcão que possa estar sujeito a este tipo de agressões. Por muitos cuidados que se tenham existe sempre um descuido e o acidente acontece. E abordamos materiais que têm uma presença prolongada nas nossas vidas!
O primeiro passo para proteger a pedra do seu pavimento ou parede, tampo ou balcão, de contaminantes por penetração é a hidrofugação. Evitar a penetração dos contaminantes na estrutura da pedra é o passo mais importante pois, na maioria dos casos a penetração é significativa porque não é logo detetada, revelando-se os seus efeitos por vezes meses depois de ser iniciado o processo de infiltração. E não existe removedor de manchas que consiga eliminar totalmente as nódoas resultantes, muito menos se torna possível a reestruturação molecular da rocha.



O tipo de acabamento e de hidrofugante, a melhor seleção são opções para as quais existem os profissionais. Consulte-nos. Se a pedra está danificada, ou é nova ou está ainda por assentar, é melhor hidrofugar. A prevenção é sempre a melhor política e coloca-nos dinheiro no bolso ao evitar intervenções onerosas de restauro ou pura e simplesmente a substituição de todo o material por novo.



Temos um leque de soluções aplicáveis a todo o tipo de rocha e às várias situações que possa ter. Exterior, interior, com muito tráfego, em casa-de-banho, cozinha, etc.

sexta-feira, 23 de maio de 2014

Puriuficação da água da sua piscina por ionização - O Futuro Sustentável!

TIRE PROVEITO DA TECNOLOGIA DA ERA ESPACIAL E DESFRUTE DE UMA PISCINA DE ÁGUA SEM A PRESENÇA DE QUÍMICOS PERIGOSOS E CORROSIVOS COM O SISTEMA
 
 
CAREFREE CLEARWATER!
 
 
 
 
A automação é um negócio em rápida expansão na sociedade atual. Deu-nos mais tempo para desfrutar os nossos estilos de vida libertando-nos de, e acelerando, alguma da carga de trabalho que voluntariamente descartaríamos. Agora, mais que nunca, proprietários de piscinas e spas procuram alternativas. Existe uma tecnologia que torna as piscinas mais agradáveis e fáceis de manter.
 
Há menos de duas décadas apareceu a aspiração automática de piscinas. Hoje, quase todas as piscinas estão equipadas com aspiração automática. Porquê despender tempo a aspirara a piscina quando se pode ter um robot a fazê-lo por nós? O mesmo princípio é válido para a sanitização da piscina. Porquê dosear e manipular diariamente químicos perigosos quando a desinfeção da água da piscina pode ser feita de forma automática e sem a adição desses químicos com o sistema CAREFREE CLEARWATER usando iões minerais seguros?
 
Há vários séculos que o cobre e a prata têm sido usados para a sanitização de água. O cobre é um algicida bem conhecido e a prata um poderoso bactericida. Na Grécia antiga, a nobreza bebia de taças de prata e a água era armazenada em urnas de prata para ser purificada antes do consumo. Na colonização do oeste norte-americano os pioneiros asseguravam a purificação da água colocando moedas de prata nas barricas de água e, também, de leite.
 
Na década de 60 do século passado, a NASA desenvolveu um ionizador eletrónico de prata para purificar a água de beber dos astronautas nas missões Apollo. Atualmente, a prata é utilizada em medicamentos para tratamento de pacientes com queimaduras para prevenir o desenvolvimento de infeções, para recém-nascidos para prevenção da cegueira, para a produção de cosméticos isentos de bactérias, em filtros de água, para enchimento de cavidades nos dentes para prevenir a proliferação de cáries. Os algicidas à base de cobre são usados há muito em piscinas, repuxos, lagos e lagoas como forma segura de controlar surtos de algas.
 
O que é a ionização?
 
O processo de um átomo ganhar ou perder eletrões é designado ionização. O sistema CAREFREE CLEARWATER gera iões de cobre, prata e zinco num rácio por minuto adequado à purificação da água.
 
É seguro?
 
Sim! O cobre é um micronutriente necessário na nossa dieta diária. De facto, para corresponder à dose diária recomendada (DDR) seria necessário beber cerca de 3,8 litros de água ionizada da sua piscina (embora existam formas mais apropriadaspara obter uma nutrição adequada!).
 
A norma EPA (Environmental Protection Agency) para água potável é 1,3 ppm (partes por milhão) de cobre. A recomendação da OMS e do Conselho Europeu (Diretiva 98/83/EC de 3/11/1998) é de 2,0 ppm. Menos de 1/6 desta quantidade é suficiente para purificar a sua piscina!
 
Como funciona?
 
Uma corrente segura de baixa intensidade como a de pilhas de lanterna, por exemplo, é forçada a passar através do conjunto de elétrodos de uma liga de cobre, prata e zinco. Conforme a água passa por uma câmara blindada são gerados iões metálicos que purificam a água. A ação microscópica dos iões com as algas e bactérias é dupla. Primeiro, as algas e bactérias são destruídas por uma alteração nos seus processos enzimáticos. Segundo, as partículas carregadas agregam-se e tornam-se mais fáceis de eliminar através do sistema de filtragem da piscina. Os iões mantêm um residual estável de sanitização na água até se neutralizarem por este processo.
 
Que mais precisa fazer depois de instalar o sistema CAREFREE CLEARWATER?
 
 
O sistema CAREFREE CLEARWATER mantém uma qualidade superior de água, utilizando um nível mínimo de halogéneo. Ocasionalmente, porém, será necessário oxidar a água para auxiliar a eliminação de detritos orgânicos resultantes de protetores solares, chuva, vento, etc.. Usando um oxidante isento de cloro permitirá a utilização da água pouco depois da aplicação. O equilíbrio químico da água é muito fácil de manter uma vez que o sistema de iões tem pH neutro. Os testes e ajustes normais da água são tudo o que é necessário fazer.
 
É económico?
 
Na verdade poupa muito dinheiro. Opera por um custo energético inferior a um cêntimo por dia. E as poupanças continuam enquanto tiver piscina!
 
Qual é o retorno financeiro?
 
Com as poupanças na aquisição de produtos químicos perigosos e a redução das operações de manutenção, o retorno pode acontecer em menos de um ano.
 
Qual a duração dos elétrodos?
 
Dependerá da utilização. A CAREFREE CLEARWATER garante uma duração mínima de 2 anos mas têm-se registado casos em que a longevidade chega ao dobro!
 
As normas internacionais para a utilização de produtos químicos nas águas de consumo e de piscina tenderão a ser cada vez mais restritivas face às mais recentes investigações científicas acerca dos efeitos a longo prazo da utilização de halogéneos na água (cloro, bromo). As alergias, os cancros de vária ordem, a pele e cabelos secos e danificados, a asma, são apenas algumas das consequências.
 
NÃO ESQUEÇA: BANHARMO-NOS NA PISICNA NESTE PERÍODO DE VERÃO É REVIGORANTE. A ÁGUA DA SUA PISCINA É TRATADA COM QUÍMICOS PREJUDICIAIS À SAÚDE E AO AMBIENTE. A PELE É O MAIOR ÓRGÃO DO CORPO HUMANO E OS QUÍMICOS E SEUS SUB-PRODUTOS PRESENTES NA ÁGUA SÃO ABSORVIDOS POR ELA ATÉ AO FLUXO SANGUÍNEO. CUIDE DA SUA SÁUDE! CUIDE DO MEIO AMBIENTE!
 

Contacte-nos: 933 607 579 ou carefreec@rljordaodomain.com

Temos a solução!

 



quarta-feira, 7 de maio de 2014

Relva Sintética - Manutenção


A sua relva sintética representa um investimento significativo de dinheiro. Seguindo estes conselhos de tratamento e manutenção pode proteger o seu investimento e prolongar a vida útil do seu relvado sintético.
 
 

1. Mantenha-o limpo

2. Escove-o periodicamente

3. Não faça uso indevido

4. Reporte-nos quaisquer problemas com o seu relvado


1. Mantenha-o limpo

a) A poeira, o pólen, e poluentes aerotransportados:

 A chuva é o melhor agente de limpeza.

Em áreas onde a chuva é escassa, uma rega ocasional com água é benéfica para o relvado.

Em áreas levemente poeirentas pode tornar-se necessária uma lavagem com esponja com uma solução a 5% de detergente de espuma controlada em água quente seguida de um bom enxaguamento com água quente.

Em áreas muito poeirentas, usar o procedimento anterior seguido com uma lavagem com esponja com uma solução a 3% de amónia em água quente seguida de um bom enxaguamento também com água quente.

b) Manchas e outras ocorrências

 A regra de ouro é prontidão. É sempre mais fácil limpar um derramamento fresco que um já seco e endurecido. Remova todos os depósitos sólidos ou empastados com uma espátula ou faca de mesa. Remova todos os líquidos em excesso com papel ou pano de cozinha, ou outro absorvente seco, como areia de gato, por exemplo Os absorventes secos podem ser posteriormente varridos ou aspirados.

 As fibra sintéticas têm boa resistência a nódoas. No entanto, é fulcral ter em mente que são apenas uma parte de um sistema sofisticado de vários componentes concebidos para um bom desempenho geral. Alguns agentes de limpeza seguros para as fibras podem ser prejudiciais para outros componentes do sistema relva. Portanto, os agentes de limpeza são agrupados em dois grupos, um que pode ser usado em quantidades liberais diretamente na superfície da relva, e outro que deve ser apenas aplicado por intermédio de um pano embebido no produto de limpeza para minimizar a penetração de agentes potencialmente prejudiciais à base. No primeiro grupo, os solutos que podem ser usados geralmente sem precauções especiais são os seguintes:
 
  • Solutos de uso geral tipo multisuperfícies de pH neutro. Siga as instruções do fabricante;
  • Uma solução suave de detergente granulado ou qualquer detergente de espuma controlada para   tecidos delicados. Usar uma colher de chá por meio litro de água.
  • Estas soluções são suficientes para lidar com a maioria das manchas provocadas por água, tais como
Café
Chá
Sucos de frutos
Leite
Côco
Gelado
Mostarda
Cola
Ketchup
Manteiga
Álcool
Coca cola
Aguarelas
Tinta de latex
Sangue urina
Tingimentos
 
  • Uma solução a 3% de amónia em água pode ser usada em vez da solução anterior para nódoas mais difíceis;
  • Não usar solutos que contenham branqueadores à base de cloro ou cáusticos (pH acima de 9) ou limpadores ácidos (pH abaixo de 5);
  • Enxaguar a área intervencionada abundantemente com água fria para remover quaisquer vestígios de sabão ou amónia;
  • Eliminar os excessos de líquidos remanescentes.
 
O segundo grupo de produtos de limpeza, nos quais o agente de limpeza deve ser usado com moderação e cuidado para evitar a penetração sob o manto de relva, são os seguintes:
 
  • Terebentina ou um removedor de manchas de gordura como  perchlorethyleno (solução de limpeza a seco) ou do género vendido na maioria dos supermercados. Em geral, os produtos de limpeza desta categoria devem resolver a maioria das nódoas à base de gorduras incluindo:
Asfalto ou alcatrão
Óleo de motor
Cera
Tinta de esferográfica
Óleo de bronzeador
Pastilha elástica
Graxa
Báton
Cera de parafina
Verniz de unhas
Lápis de cera
 
 
Atenção: a terebentina e outros solventes à base de petróleo são inflamáveis. Não fumar ou foguear nas proximidades do local onde estejam a ser usados.
 
Assegurar que a área onde forem usados os solventes está ventilada.
 
c)  Resíduos animais
Neutralizar com uma mistura de de vinagre branco destilado numa solução a 50/50 com água. Enxaguar abundantemente com água após a aplicação.
 d) Pastilha elástica
Além do fluido de limpeza a seco, a pastilha elástica, pode ser removida por congelação. Aerossóis de refrigerante podem ser encontrados na maioria dos vendedores de produtos de limpeza para carpetes para este efeito. Também pode ser usado gelo seco (dióxido de carbono). Depois de congelar, raspar cuidadosamente com uma faca.
 e) Manchas de fungos e mofo
Uma solução a 1% de peróxido de hidrogénio (água oxigenada) em água pode ser aplicada com esponja nas áreas afetadas. Enxaguar abundantemente com água limpa depois da aplicação.
 
2. Escove-o periodicamente
Pode ocorrer o entrançamento de fibras nas areas de maior tráfego, especialmente se as fibras estiverem sujas com terra e outros poluentes trazidos pelo vento.
Uma escovagem cruzada periódica ajuda a restaurar o aspeto estético da relva. Escovagem cruzada significa que toda a escovagem deve ser feita contra o “correr” das fibras. Escovar desta forma  levanta as fibras e restaura o seu aspeto original. Devem ser usadas escovas com cerdas sintéticas . Nunca usar escovas de arame pois danificarão as fibras da relva.
3. Não faça uso indevido
Embora os relvados sintéticos sejam feitos de fibras resistentes e duráveis, devem ter-se algumas precauções para prevenir danos.
  • Cigarros acesos não podem incendiar a relva, mas podem danificá-la pela fusão das pontas das fibras. Cigarros, fogo-de-artifício, e chamas devem ser mantidos longe da relva.
  • Não devem ser colocados na relva mobiliário e equipamento com arestas afiadas e rombas pois podem perfurar ou rasgar.
  • Nunca deixar um veículo parqueado permanecer na relva.
  • Tapar ou remover cabeças de rega próximas. A água proveniente de sistemas de rega pode deixar depósitos minerais na relva e originar descoloração.
  • Assegurar que a relva não está exposta a luz solar refletida de janelas pois pode originar a fusão de fibras.
4. Reporte-nos quaisquer problemas com o seu relvado
Pequenos problemas podem rapidamente tornar-se grandes problemas se não forem corrigidos. Qualquer problema deve ser reportado prontamente ao colocador ou vendedor.
 Em conclusão
Um programa de cuidado e manutenção adequados pode ampliar a duração, estética e utilização da sua relva sintética. Podemos facultar-lhe um programa adequado de manutenção de baixo custo. Contacte-nos.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

sexta-feira, 7 de março de 2014

Relva Artificial


A relva artificial é a escolha económica se pretende um aspeto “tradicional” de relva sempre verde, bem aparada, sem grandes consumos de água, fertilizante ou manutenção. Sendo certo que a relva artificial ou sintética não é solução para todos os jardins, é uma boa alternativa à sedenta relva natural. Alguns tipos de relva artificial destinam-se simplesmente a fins paisagísticos e podem ser colocadas em locais pouco adequados a relva natural, outras são concebidas para fins recreativos ou desportivos.



Vantagens e desvantagens da relva artificial

 A relva artificial foi introduzida na década de 60 para fins desportivos profissionais e é hoje usada a todos os níveis desportivos, em campos interiores e exteriores. Embora ainda seja mais dispendiosa a curto prazo que a relva natural, o preço tem vindo a descer conforme a tecnologia de fabrico tem sido aperfeiçoada, tornando a relva sintética uma opção realista para os proprietários.

As grandes vantagens desta solução são não precisar de rega, fertilizante ou de ser aparada. Resiste ao uso e a danos melhor que a relva natural, resistindo algumas a cães e a roedores pois não existem raízes para comer. É segura para crianças e animais de estimação pois não existe o risco de torcer o tornozelo em tocas de animais. É fácil de limpar com uma mangueira e não atrai insetos e pestes. Não provoca nódoas de relva e está isenta de “peladas” e áreas castanhas. 
A última geração de relva artificial é uma cobertura de terreno similar à relva que replica o aspeto luxuriante da relva natural e a sua função. Quando é utilizada em campos desportivos, providencia uma superfície de jogo consistente durante todo o ano e em todas as condições atmosféricas, concebida para resistir a uso intensivo sem interrupções para recuperação. Como cobertura paisagística, a relva artificial providencia uma superfície sem vegetação espontânea ou ervas daninhas, de baixa manutenção, que não necessita de rega ou fertilizante e está disponível em modelos que simulam os tipos de relva localmente prevalentes.

No entanto, a relva artificial tem as suas desvantagens. Tende a aquecer mais que a relva natural ao sol do meio-dia e os materiais de que é composta não se decompõem facilmente. A produção e transporte da relva artificial produzem mais gases de estufa que a manutenção da relva natural. Tem eventualmente de ser substituída e depositada em aterro uma vez que não pode ser reciclada.


Materiais
 
A relva artificial é construída basicamente da mesma forma que as alcatifas. Existem dois componentes principais – fibras (as lâminas) e base (onde as laminas são fixadas). Os produtos de relvado de relva artificial são fabricados com utilização de uma vasta gama de materiais. Polipropileno e polietileno são alguns dos filamentos utilizados. O Nylon (poliamida) já não é utilizado porque coloca riscos de saúde e deteriora-se mais facilmente.
 
As fibras de relva sintética são cozidas ou “tufadas” em muitos tipos de base. Uretano, Dura-flow, Bio-Cell e Enviro-Cell são apenas algumas das opções disponíveis. Cada tipo de base de produtos de relva sintética tem os seus benefícios. Se tem cães é recomendável uma base com alguma durabilidade. Se pretende jogar football ou desportos em geral é recomendável outro tipo de base.

Um tipo de base existente no Mercado é o Enviro-Cell. É uma base à base de soja e é uma das opções ambientalmente conscientes para relva artificial.

Este tipo de base é totalmente permeável e não depende das perfurações nela introduzidas para esse efeito. A base de Uretano é a mais comum e menos dispendiosa. Tem o aspeto de plástico preto com perfurações para drenagem. É um produto à base de petróleo e não será aprovado em normas de reciclagem ou ambientais num futuro próximo para produtos de relva artificial.

 
Duas vistas de perfil de relva ornamental com enchimento “tufado” para dar textura. 
 
Instalação

Uma instalação adequada é crucial para assegurar uma longa duração da relva artificial. Antes de poder instalar a relva a área de instalação pode ter de ser delimitada e configurada para drenagem adequada. Uma camada de bom agregado de drenagem deve ser depositada e compactada para uma instalação segura. Sobre o agregado deve ser colocada uma tela anti erva para prevenir que ervas daninhas fixem raiz e cresçam. Desenrola-se a relva, cola-se com os adesivos e colas adequados e, finalmente fixa-se ao chão com estacas adequadas. Os limites são frequentemente acabados com bordos paisagísticos em laje, pedra, gravilha, cimento, etc, o qual ajuda a fixar a relva ao chão. Recomenda-se uma instalação profissional para garantir uma estabilidade a longo prazo. Um instalador que prepare meticulosamente o terreno pode cobrar mais mas esse custo extra é um investimento a médio e longo prazo.



A relva é colocada sobre o agregado e a tela anti erva e colada nas ourelas antes de fixar no chão.
 
Depois de instalada, a relva pode ser “aveludada” com um enchimento ou ter enchimento de fabricação “tufado” (ver imagem acima) para lhe dar corpo e textura. Decida se o relvado artificial se destina apenas a efeitos ornamentais e paisagísticos ou para praticar desportos ou simplesmente jogar e quanto pretende gastar para determinar sobre os tipos de enchimento. Os enchimentos mais comuns para fins recreativos são constituídos por borracha reciclada porém, estão cada vez mais disponíveis tipos de enchimento mais naturais que mantêm a superfície mais fresca. Além do granulado de sílica existe no mercado enchimento de granulado de cortiça o qual, além de ser um produto natural, auxilia na manutenção da superfície da relva mais fresca e dá um toque mais aveludado e natural à relva. São, também, usados diferentes tipos de areia mas não garantem o toque aveludado sob os seus pés. O enchimento ajuda à fixação da relva e previne a formação de pregas e constitui uma barreira leve que garante a longevidade da base. O enchimento vale o investimento se a relva tem uma utilização intensiva, particularmente de crianças. Mas é uma despesa desnecessária se a relva se destina apenas para fins paisagísticos ou para planos inclinados.
 
Considere o material de enchimento e a instalação quando determinar o seu orçamento. Existe um investimento inicial significativo necessário à instalação de relva
artificial. No entanto, ao longo do tempo de vida do relvado, o custo pode ser recuperado com a economia em manutenção.
Manutenção
 
 
 
Não necessita ser regada para se manter verde mas precisa ser lavada com mangueira de tempos a tempos para se manter limpa e com ar fresco. Ocasionalmente necessitará de tratamento herbicida pois o vento e a chuva transportam sementes que se alojam e muito provavelmente germinarão no seio do enchimento. O penteamento torná-la-á mais felpuda e redistribuirá o enchimento. Se estiver danificada podem ser substituídas tal como alcatifa.
 

Esta propriedade tinha um relvado natural sedento de água até que foi substituído por um relvado artificial com aspeto natural bordejado por plantas de pouca manutenção – que não requerem muita água – e um sistema de rega gota-a-gota. Requer agora apenas cerca de 225 litros de água por mês. Durante os meses de Verão o proprietário nota uma redução significativa do consumo de água uma vez que o relvado artificial não necessita de rega.  
 
 

Expetativa de vida e durabilidade


Em geral, a relva artificial dura cerca de 8 anos ou mais. A maior parte das variedades de relva artificial dura mais de 20 anos com manutenção adequada, potencialmente até 30 anos. Muitos vendedores oferecem garantias de 8 anos ou mais. Algumas variedades de relva artificial têm um revestimento de proteção UV que previne a descoloração. Relva artificial instalada em regiões montanhosas, onde a chuva e a neve caiem abundantemente não apresenta problemas de saturação se o local tiver sido preparado com uma boa base de drenagem. O vento não é uma preocupação uma vez que o relvado está fixado no chão. Em locais meridionais, onde o sol do meio-dia pode ser bastante quente, a relva pode estar quente ao toque. Alguns enchimentos podem absorver o calor. A relva não retém calor na sombra ou na ausência de sol como as rochas. Pode, por isso, suportar o sol direto mais quente sem sofrer danos desde que não exista alguma reflexão ou magnificação de luz solar a incidir sobre ela.
 
 
Dicas para compradores
• Seja cauteloso com a qualidade – existe uma grande diferença entre alcatifa para exteriors e relva artificial. Só porque a relva é verde isso não significa que aguente anos de tráfego intenso.
• Assegure-se de que a relva que adquire tenha uma garantia de pelo menso 8 anos. Embora deva durar muito mais que isso, 8 anos é um padrão razoável na indústria de produção de relvado artificial.
• Estabeleça um orçamento antecipadamente e mantenha-se nele. Não esqueça de incluir o fator manutenção, mesmo que seja mínimo. Se não quiser ter a preocupação de pentear ou “cardar” o relvado ocasionalmente, recorde-se que terá de pagar a alguém para o fazer.
A indústria de relva artificial  está permanentemente a desenvolver novos tipos de relva, backing e enchimento (infill) todos os anos. Contacte-nos para obter a informação mais atualizada.